Recanto Manacá
Famílias e moradores no jardim do Recanto

O que dizem sobre o Recanto

Histórias de quem
passou a chamar de lar

Estas são experiências reais de famílias que encontraram no Recanto Manacá um lugar com carinho, rotina e flores o ano inteiro.

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6+

Anos de casa

80+

Pessoas acolhidas

4,9

Avaliação média

96%

Famílias satisfeitas

Depoimentos

O que as famílias contam

MF

Maria do Carmo Fleury

Filha de moradora — Joinville, SC

"Minha mãe foi para o Recanto com receio de que seria uma clínica fria. Em duas semanas ela já estava me ligando feliz para contar do café das dez e do jardim. Hoje ela diz que não voltaria para a casa dela 'por nada nesse mundo'. Isso diz tudo."

Junho de 2025

RS

Roberto Schaefer

Filho de morador — Joinville, SC

"O que me chamou atenção foi a equipe. As mesmas pessoas toda visita — e elas conhecem meu pai pelo nome, sabem que ele não gosta de açúcar no café. Isso não é comum. Sinto que ele está bem cuidado e, mais importante, que ele está feliz."

Maio de 2025

LO

Letícia Oliveira

Neta — Balneário Camboriú, SC

"Fiz a Estada Violeta com minha avó antes de decidir qualquer coisa. Uma noite foi o suficiente para entendermos que era um lugar tranquilo, com gente atenciosa. O café da manhã estava ótimo e ela gostou do jardim. Depois disso decidimos juntas."

Junho de 2025

CK

Claudete Krueger

Moradora da Diária — Joinville, SC

"Faço a Diária há quatro meses. Vou terça, quinta e sexta. O almoço é sempre bom — e as tardes de bordado viraram a parte que mais espero da semana. Chego em casa descansada e bem. Minha filha diz que parece que fiz um spa."

Maio de 2025

PB

Paulo Bueno

Irmão de moradora — Curitiba, PR

"Moro em Curitiba e ficava preocupado com minha irmã morando sozinha em Joinville. Desde que ela foi para o Recanto, recebo uma nota a cada quinze dias contando como ela está — não um relatório médico, uma nota mesmo, escrita. Isso me tranquiliza de um jeito que não esperava."

Junho de 2025

TN

Tereza Nascimento

Sobrinha de morador — Joinville, SC

"No começo meu tio relutou bastante. Ele tem muita personalidade e não queria 'largar a casa dele'. O que convenceu foi a Estada Violeta — ele foi passar uma noite e gostou da horta. Hoje ele cuida de um canteiro inteiro lá dentro e fala do Recanto com orgulho."

Maio de 2025

Histórias de transição

Trajetórias que contam mais

O momento inicial

Dona Iraci, 78 anos

Vivia sozinha em apartamento. A família, espalhada entre Joinville e Blumenau, se preocupava com as noites solitárias e com a alimentação irregular. Dona Iraci não queria "ir para um lar" — a palavra a assustava.

A escolha feita

Começo pela Estada Violeta

A filha sugeriu uma noite de experiência sem compromisso. Dona Iraci aceitou com ceticismo. Acordou no dia seguinte, olhou para o jardim pelas flores do manacá e perguntou se tinha quarto disponível.

Hoje

Moradora há dois anos

Dona Iraci cuida do canteiro de hortênsias ao lado do jardim. Toda segunda recebe os netos para o café das dez. Diz que agora tem "mais companhia do que na vida inteira".

"Eu pensava que lar de idoso era o fim. O Recanto foi um começo."

— Iraci, moradora desde 2023

O momento inicial

Sr. Hernando, 71 anos

Aposentado ativo, morava com a esposa. Após o falecimento dela, ficou três meses em casa sem motivação para cozinhar, sair ou manter rotina. A filha percebeu o isolamento e procurou alternativas.

A escolha feita

Diária três vezes por semana

Começou com a Diária Caminho das Flores — terça, quinta e sábado. O grupo era pequeno, o almoço era bom e havia um jogo de cartas toda tarde de quinta. Em três semanas ele pediu para incluir mais um dia.

Hoje

Participante ativo, 4 dias/semana

Há oito meses no programa. Coordena o grupo de xadrez criado informalmente no Recanto. Diz que a estrutura dos dias o ajudou a encontrar um novo ritmo — sem substituir o que perdeu, mas ao lado disso.

"Não estava procurando amizade. Ela apareceu enquanto eu comia um feijão bom."

— Hernando, participante da Diária

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Telefone

(47) 3435-7218

Visitas

Terça a sábado
9h às 17h

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